Reproduzidas na orelha da antologia O mel do melhor (2001), as palavras de Waly Salomão reivindicam a liberdade do ato de leitura. O poeta convoca o leitor não a buscar a verdade do texto, o que se quis dizer, mas a criar uma relação com o que está sendo dito, sem tratar o autor como dono da verdade e da interpretação do poema.

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