Micheliny Verunschk(PE) é poeta. Autora de “Geografia Íntima do Deserto” (Landy 2003), “O Observador e o Nada” (Edições Bagaço, 2003) e “A Cartografia da Noite” (Lumme Editor, 2010). Foi finalista, em 2004, ao prêmio Portugal Telecom com o livro “Geografia Intimado Deserto”. É doutoranda em Comunicação e Semiótica e mestre em Literatura e Crítica Literária, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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Produziu a série Os Retirantes, um de seus principais trabalhos, nos anos de 1930. Nas décadas seguintes foi ilustrador de livros, entre os quais A Mulher Ausente, de Adalgisa Nery, e Menino de Engenho, de José Lins do Rego, e produziu obras como os painéis e azulejos da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte.

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O Brasil é um país rico em saberes populares, tradições, sincretismos e diálogos entre as várias vertentes civilizatórias que aqui se encontraram.

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Autora dos livros “Entre” (Verve, 2014) e “Os tempos da escrita de Clarice Lispector – no litoral entre a literatura e psicanálise” (Cia. de Freud, 2014).

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Maria da Glória Sá Rosa nasceu em Mombaça (CE) no dia 4 de novembro de 1927. No ano de 1939 mudou-se com a família para Campo Grande, na época, Mato Grosso, ocupou a cadeira número 19 da Academia Sul-mato-grossense de Letras, autora de vários livros, por 26 anos lecionou Literatura e História da Arte na UFMS, onde se aposentou como professora.

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Representante da nova geração da poesia brasileira contemporânea, Ivete Nenflidio apresenta aos leitores sentimentos traduzidos na metalinguagem intrínseca da vivência do eu lírico da autora.

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A produção teatral e poética de Hilda Hilst (1930-2004), escritora brasileira conhecida por causar furor em termos de crítica e de público, apresenta-se ao leitor de modo multifacetado. “Transgredir” parece ter sido desde sempre a palavra de ordem em seus textos.

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Olho nu (Patuá, 2017), de Líria Porto, é um tratado sobre o olhar poético. Olhar para a vida sem o jogo social de disfarces é encontrar a linguagem certeira da poesia.

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Reproduzidas na orelha da antologia O mel do melhor (2001), as palavras de Waly Salomão reivindicam a liberdade do ato de leitura. O poeta convoca o leitor não a buscar a verdade do texto, o que se quis dizer, mas a criar uma relação com o que está sendo dito, sem tratar o autor como dono da verdade e da interpretação do poema.

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ANA MARTINS MARQUES nasceu em 1977, em Belo Horizonte. Graduada em letras, tem doutorado em literatura comparada pela UFMG. Entre outros livros, publicou, pela Companhia das Letras, Da arte das armadilhas (2011, vencedor do prêmio da Biblioteca Nacional), O livro das semelhanças (2015, terceiro lugar no prêmio Oceanos) e a reedição de A vida submarina (2021, lançado originalmente em 2009 pela editora Scriptum).

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Historicamente, não há nada sobre a poesia marginal antes do tropicalismo, que ocorreu no final da década de 60. Foi a partir do movimento tropicalista que todas as tendências musicais caíram em uma salada-de-frutas, os muros que separavam a contracultura e a MPB caíram, conquistando, assim, o público roqueiro e intelectualizado.

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Marina Colasanti é escritora, artista plástica, roteirista e jornalista ítalo-brasileira nascida na então colônia italiana da Eritreia. Viveu sua infância na Líbia e então voltou à Itália onde viveu onze anos. Recebeu quatro prêmios Jabuti com seus livros de poesia, crônica e literatura infantil.

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